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terça-feira, 19 de julho de 2011

Planejamento – MOI e MOD

Publicação 079

Mão de obra indireta ou MOI é representada pelo trabalho nos departamentos auxiliares, coordenação ou supervisão não são mensuráveis em nenhum produto ou serviço executado, são exemplos deste tipo de mão de obra, supervisores, controle de qualidade, técnicos, engenheiros, etc.
Mão de obra direta ou MOD é representada pelo trabalho diretamente apropriável ao produto, ou seja é a equipe que realmente põe a mão na massa para o andamento da atividade, são exemplos deste tipo de mão de obra, soldadores, caldeireiros, mecânicos, auxiliares, pedreiros, etc.
Controlar e saber o percentual de cada uma dessas modalidades é essencial para exercer um bom controle do seu planejamento.


terça-feira, 28 de junho de 2011

Planejamento – PDCA

Publicação 059

Hoje vou comentar sobre o ciclo do PDCA que deve estar presente não só para o planejamento mas também para toda a empresa. Introduzido no Japão após a guerra, idealizado por Walter Andrew Shewhart e divulgado por William Edwards Deming, quem efetivamente o aplicou. Seu ciclo começa pelo planejamento, em seguida a ação ou conjunto de ações planejadas são executadas, checa-se se o que foi feito estava de acordo com o planejado, constantemente e repetidamente (ciclicamente), e toma-se uma ação para eliminar ou ao menos mitigar defeitos no produto ou na execução, ou seja, planejamento, execução, controle e ação.
Partindo do PLANEJAMENTO (Plan) das ações estabelecendo as atividades e objetivos a desenvolver, prevendo as atividades e recursos necessários liberando para a EXECUÇÃO (Do), onde as atividades serão executadas seguindo oque foi planejado, posteriormente partimos para o CONTROLE (Check) sobre a execução, analisando desvios ou monitorando o andamento para então AGIR (Action) sobre este desvio e assim retornando ao início do ciclo repetindo-o ciclicamente.

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Controle – Gráfico de Dispersão

Publicação 054

Utilizado para exibir ou comparar valores numéricos o gráfico de dispersão tem dois eixos de valores que combinam os valores em pontos de dados únicos.
Aplicações que utilizam Inteligência artificial utilizam este tipo de recurso pois esta ferramenta é capaz de validar relações entre duas variáveis.
Vou expor dois exemplos que vão facilitar o entendimento desta ferramenta.
O primeiro gráfico mostra o acompanhamento do crescimento em cm de duas variedades de plantas a A e a B, relacionando o dia e o tamanho.
Agora podemos utilizar o gráfico de dispersão para validar situações cruzando dados, vejamos a seguinte hipótese:
Após questionar 20 estudantes de um colégio qual sua idade e seu gênero de filme preferido, podemos tabular os dados e aplicar o gráfico de dispersão e chegaremos a um gráfico com este formato.
A utilização desta ferramenta traz várias facilidades quando desejamos validar a relação entre duas variáveis, este modelo de gráfico pode auxiliar diretamente na tomada de decisões estratégicas pois pode desmistificar certas teorias ou comprovar palpites.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Controle – Carta de Controle

Publicação 047

Carta de controle ou CEP (Controle Estatístico de Processo) é mais uma das ferramentas da qualidade, um pouco mais complexa que as demais já apresentadas aqui esta ferramenta envolve o cálculo dos seus limites, coleta de dados, controle e análise.
É composto por um gráfico cartesiano onde o eixo horizontal representa o tempo e o vertical o valor da característica, um conjunto de valores expressos e unidos por uma reta e três linhas horizontais, limite inferior, média e limite superior.
Vamos a pratica, supondo que uma máquina corte 1 barra de aço a cada hora, cada barra deve ter 1,5m (média) porém a máquina ainda não esta aferida e precisa de ajustes podemos então montar uma carta controle e aferir seu desempenho durante um certo período de tempo e analisar o desempenho através do gráfico gerado como na figura baixo.
Bem utilizada a carta de controle melhora consideravelmente o processo pois contribui para o controle contínuo ajustando o processo, deixando-o mais previsível e confiável, minimizando o custo e maximizando a produção.
Com sua linguagem simples é possível verificar rapidamente anomalias produtivas e agir focado sobre sua causa.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Controle - Folha de verificação

Publicação 040

Prosseguindo nosso assunto sobre ferramentas da qualidade, estas ferramentas facilitam nossa vida quando necessitamos elaborar controles, fluxos comparativos e principalmente quando elaboramos relatórios gerenciais, utilizar estas ferramentas geram um impacto visual de fácil compreensão para quem lê.
Hoje vou falar sobre folhas de verificação ou check sheet, não confundir com checklist, folhas de verificação são utilizadas para coletar dados sobre determinado problema identificando sua freqüência.
Em seu processo construtivo devemos observar alguns itens importantes como:
                - Definir o que será observado, eliminando opiniões divergentes, listando defeitos a analisar.
                - Determinar o tamanho da amostragem e seu período, definindo a quantidade a ser inspecionada.
Atentando a estas informações vou gerar uma pequena tabela exemplo.
Observem que existe mencionei a quantidade total de itens inspecionado (60), listei os defeitos e preenchi quando encontrado o defeito em questão, após o preenchimento obtemos freqüência de cada defeito e a quantidade de rejeitos nos lotes.

terça-feira, 31 de maio de 2011

Controle – Chuvas

Publicação 031

Terça - feira chuvosa, o que me fez lembrar de um dos controles mais comuns em grande e pequenas obras, o controle de chuvas.
Responsável por controlar a freqüência, duração e quantidade de chuva no período de trabalho, este é um dos controles indispensáveis em contratos com prazo determinado, através de um controle eficiente e claro para o cliente podemos barganhar se necessário, aditivos contratuais.
Manter um controle contendo as datas e o período de paralisação do canteiro de obra devido a este fator facilita para quem precisa ter subsídios para elaborar um gráfico mais aperfeiçoado e para quem tem que visualizar as ocorrências deste fator rapidamente.
Inúmeros são os controles que podemos ter, desde pequenos apontamentos na agenda até mesmo elaborados gráficos contendo a quantidade em milímetros cúbicos acumulados. Meu favorito é a Rosa das Chuvas que consiste em um gráfico de forma circular contendo 31 células, uma para cada dia do mês e ate o seu centro mais células indicando o período ou a hora do dia, este gráfico é de fácil preenchimento e de grande apelo visual. Outro controle parecido, porém mais simples é o Mapa de Chuva que funciona da mesma forma que a Rosa das Chuvas porém na forma de planilha, onde no cabeçalho ficam os dias do mês e abaixo o período, podendo ser incrementado da quantidade final em mm³.
Além destes dois controles apresentados existem diversos outros, sua utilização dependerá da sua necessidade ou do melhor formato aceito pela fiscalização.

Lembrem-se hoje é o Dia Mundial de combate ao fumo, como comentei no post de ontem, e para reforçar vou deixar uma charge que achei muito interessante criada pelo Cícero Lopes.

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Controle - Fluxograma

Publicação 026

Fluxograma é a representação gráfica da seqüência de um trabalho de forma analítica.
Muito utilizado para demonstrar o fluxo de informações ou processos o fluxograma apóia a elaboração de procedimentos e rotinas de trabalho possibilitando um fácil entendimento quanto as atividades e fases de cada etapa.
O fluxograma possibilita identificar atividades críticas em um processo identificando pontos que necessitam maior atenção dentro do processo.
Facilita a identificação e encadeamento das atividades, no momento da elaboração de um fluxograma todo o fluxo do processo é repassado detalhadamente e com isso podemos encadear cada atividade listando e direcionando corretamente o fluxo.
Para a sua elaboração utilizamos uma série de símbolos padronizados.


Para entendermos melhor vamos ao exemplo prático.

O fluxo acima demonstra a troca de um pneu, simples, mas que serve de base para a elaboração de fluxos muito mais complexos e que seguem o mesmo raciocínio.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Controle - Histograma

Publicação 019

Histograma é um gráfico composto por duas linhas perpendiculares onde a altura representa o valor de freqüência, dispostas na linha horizontal.

Assim com o Gráfico Pareto, o histograma também é uma das 7 ferramentas da qualidade e um excelente método de controle.
Geralmente utilizado pelo planejamento para demonstrar a mão de obra aplicada o histograma é uma das ferramentas essências para um bom planejamento, através de sua utilização é possível verificar a correta utilização e otimização dos recursos.

Digamos que nosso recurso foi distribuído da seguinte forma:
Analisando o histograma apresentado nota-se um vale entre o mês de março e maio e uma nova elevação em maio, faz-se então necessário analisar se este recurso não esta com deficiência de locação durante o mês de abril ou com superalocação no mês de maio.
Após analisar as tarefas e redistribuir ou nivelar os recursos devemos obter um histograma com um curvatura mais tênue  como o gráfico abaixo.
Identificar este tipo de anomalia impede demissões e contratações desnecessárias evitando este custo.
Mas nem só o planejamento vale-se deste recurso para apoio na exibição ou analise de dados. Várias são as possibilidades, por exemplo, a equipe do SMS deseja demonstrar um histograma com os incidentes ocorridos na obra durante os primeiros 6 meses de obra conforme gráfico abaixo.

Que pode ser aprimorado incluindo o índice acumulado.
Este tipo de gráfico é utilizado para expressar freqüência x tempo.
Compor relatórios com este gráfico além auxiliar na identificação gera um apelo visual chamando a atenção para os extremos necessários ou uma descontinuidade fora do padrão.


quinta-feira, 12 de maio de 2011

Controle – Diagrama de Pareto ou Curva ABC

Publicação 012

Diagrama de Pareto ou Curva ABC, é baseada no teorema do economista Vilfredo Pareto, que num estudo sobre a renda e riqueza observou que uma pequena parcela da população, 20%, concentrava a maior parte da riqueza, 80%.
Diagrama de pareto é um gráfico de barras que ordena a frequencia de ocorrencias, permitindo uma melhor visualização dos problemas mais crônicos, de posse desta forma de apresentação a intervenção nos problemas que ocorrem com maior frequencia
Mas vamos aos exemplos práticos, vou utilizar 2 exemplos utilizando post´s anteriores e áreas diferentes.
Exemplo 1
Lembrando da publicação 002 que falava sobre DDS, supondo que no formulário de DDS exista um campo para avaliação do tema, após 5 dias de avaliação foram registrados os seguites números:


Segunda
Terça
Quarta
Quinta
Sexta
Saúde Mental
Esforço Físico
Arco Elétrico
Máquinas Rotativas
Cinto de Segurança
Péssimo
2
0
13
5
1
Ruim
4
1
0
4
2
Bom
1
10
2
2
2
Otimo
8
4
0
4
10
15
15
15
15
15



Novamente podemos gerar um gráfico que irá demonstar qual o nosso maior problema na execução da programação lançada.
E esta lá o item Material destoando dos demais!
Este modelo pode ser aplicado a qualquer área seja ela R.H. onde podemos identificar os motivos de faltas, motivo das demissões e assim por diante.
A utiização de modelos assim facilitam a visualização dos indices podendo agilizar uma tomada de decisão ou identificar determinados padrões dentro da organização.

terça-feira, 10 de maio de 2011

Controle de programação

Publicação 010

Retornando ao post exibido em 3/5/2011 irei tecer alguns comentários que respondem a algumas dúvidas e questionamentos sobre o assunto, conforme mencionei no início do tópico não me ative a detalhes de planejamento, porém tal tópico refere-se a um passo posterior ao planejamento, ou seja existe uma série de outras atividades que antecedem a emissão de tal documento são eles:
                        - Planejamento das atividades
                        - Planejamento de recursos
                        - Revisão com a supervisão
Somente após estas atividades que obteremos a programação diária, semanal ou mensal, ou seja primeiramente devemos saber oque fazer e porque fazer naquele momento, ter o controle sobre as atividades.
O formulário de programação ou “Folha Tarefa” define as atividades e metas a cumprir, porém dependendo do foco da atividade pode-se resumir ou ampliar o horizonte de informações, não confundir folha tarefa com Ordem de Serviço, embora muito próximas cada uma tem seu objetivo e já presenciei casos onde ambas eram aplicadas.
Uma ordem de serviço ou “O.S.” é um documento oficial, com numeração própria refere-se ao ato de expedir determinações que serão executadas, contemplando um volume maior de informações, já a folha tarefa reúne dados mais simples e com o objetivo de controle.

Pode-se aplicar a folha tarefa no nível de supervisão e emitir as ordens de serviço individuais para o executante.
Reforço a existência de atividades anteriores a emissão da programação, priorize estas atividades pois só assim a programação será algo concreto e assertivo, quando este documento cai em descrédito pelos executantes todo o sistema fica fragilizado, com isso as próximas programações serão ignoradas pela execução levando a falta de confiança no setor de planejamento.
Este tipo de atitude compromete os prazos e o comprometimento, já presenciei casos onde o planejamento emitia uma programação e esta era simplesmente ignorada pela execução, a solução foi trazer a execução para próximo ao planejamento aferindo a programação antes da próxima emissão, esta atitude reduziu as reclamações e críticas sobre a programação emitida e comprometeu a supervisão quanto da execução das atividades programadas e estabelecendo um vínculo com o planejamento.
Mas vamos continuar neste ritmo um passo de cada vez, aumentando nosso horizonte.

domingo, 8 de maio de 2011

Avaliação do Blog

Publicação 008

Amigos,

Estamos iniciando mais uma semana, aos poucos o blog vai tomando forma e conteúdo porém  ainda é cedo para tirar conclusões sobre o andamento pois em sua primeira semana as visitas ainda estão tímidas, poucas visualizações, porém os obstáculos estão ai para serem transpostos e com este espírito entraremos esta semana.
Na semana que passou o assunto foi a exibição do programa Profissão Repórter da Rede Globo, que falava sobre o cotidiano nas grandes obras em execução do país, para muitos apenas o retrato de uma realidade vivenciada à anos para outros algo fantástico. Gostei bastante da reportagem e da abordagem aplicada, apresentando a realidade não só do desenvolvimento, mas também das conseqüências que ele traz a cidades pequenas e sem estrutura, a falta de mão de obra qualificada.
Abaixo os vídeos para quem não assistiu em 26-04-2011
- Primeira Parte:
- Segunda Parte:
- Terceira Parte:

Durante a semana passada estive pensando em incluir algumas novidades no blog que com o passar desta semana irei implementando aos poucos, a idéia é incluir downloads de arquivos exemplos e arquivos que iremos desenvolvendo juntos além de outras que ainda estou ponderando sobre a viabilidade.
Esta semana irei complementar assuntos abordados na semana que passou e trazer novos tópicos para discussão.
Desejo a todos uma semana produtiva e de bons negócios.


quinta-feira, 5 de maio de 2011

Controle

Publicação 005

Controlar, medir, aferir, traçar, criar referências e comparar resultados, este é o dilema diário de profissionais de gestão, viver em luta com números, comparar resultados e estabelecer previsões fazem parte do seu dia a dia.
Este pequeno texto buscará mostrar a importância do ato de controlar elementos dentro de um empreendimento ou dia a dia, sei que para muitos neste exato momento já surgem teorias, propostas e ferramentas que nos auxiliam nesta tarefa, mas vamos devagar.
Controlar algo significa primeiramente monitoração, monitorar e registrar as incidências e anomalias encontradas durante um período.
Para exemplificar de maneira fácil vejamos o exemplo abaixo:

Maria, percorre 50m todos os dias da escola até sua casa, iniciaremos o controle diário desta atividade simples, iremos controlar apenas o percurso, tempo e condição climática conforme tabela.
Dia
Percurso
Tempo
Condição
1° Dia
50m
15 min
Normal
2° Dia
50m
14 min
Normal
3° Dia
50m
30 min
Chuva
4° Dia
50m
15 min
Normal
Após planilhar os dados obtidos através do controle efetuado podemos ampliar nosso horizonte e concluir que:
                                               - Maria leva em média 18:30 min para chegar em casa
                                               - Em condições normais Maria leva 14:40 min para chegar em casa
                                               - No terceiro dia tivemos um desvio ocasionado pela chuva
                                               - Se aumentarmos a distância podemos estimar o tempo necessário
Escolhi um exemplo extremamente banal para salientar que até mesmo itens que parecem simples se controlados nos fornecem uma série de informações valiosas ou no mínimo referências para futuras aplicações.
Nas próximas semanas retornarei com este assunto trazendo algumas ferramentas de controle.

terça-feira, 3 de maio de 2011

Controle de Programação

Publicação 003

Controle de Programação

Gostaria de abrir este tópico devagar sem exageros nem ater-me a detalhes de planejamento e seu ciclo, gostaria apenas expor a importância de se criar subsídios que auxiliem não só o executante quanto ao planejamento e programação, uma ferramenta que consiga expor dados de valia para estes três segmentos sem torna-se um fardo diário, torna a vida destes setores mais fácil e agiliza o processo.
Partindo deste ponto iniciarei falando sobre itens que devemos controlar, irei compondo nosso “formulário” de programação aos poucos vamos incorporando recursos e adicionando detalhes que podem auxiliar na sua receita própria pois cada empreendimento ou setor tem sua demanda e suas peculiaridades.
Devemos informar as atividades, listando-as juntamente com o grau de prioridade, esta visualização auxilia o executante, pois define a ordem que deve seguir e prioridades de execução. Podemos incrementar este bloco incluindo os recursos estimados ou o H.h. planejado para esta atividade

Lembro que para gerar uma boa programação devemos de alguma forma obter a resposta do campo quanto à execução das atividades programadas
Podemos incluir campos na programação para que o executor rapidamente informe o andamento no final do dia, assim podemos gerar índices de produtividade, pontuar impactos negativos no andamento e obter índices para a tomada de decisão. Incluir um pequeno check list na atividade pode ser um caminho para extrair estas informações questionando o andamento, recursos utilizados, se não foi executado, por quê?
Alguns problemas mais freqüentes como Clima, Falta de material, Falta de mão de obra e outros já podem constar no check list pois facilita a posterior compilação destes índices. Podemos refinar nossa programação conforme demonstra o exemplo podendo reduzir ou ampliar o horizonte, como comentei anteriormente esta variação depende do grau de monitoramento que desejamos porém deve-se ter cuidado com os exageros pois não podemos engessar o processo ou torná-lo moroso.

Deixo aqui uma pequena sugestão de para este formulário, conversaremos mais sobre este assunto e conto com a ajuda dos leitores para melhorar este formulário, semana que vem conversaremos mais sobre este assunto e incrementaremos nosso formulário.
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