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sábado, 18 de junho de 2011

Financeiro – Contabilidade

Publicação 049

Hoje vou dar um tempo com o andamento da nossa planilha de fluxo de caixa para entrar um pouco na teoria da contabilidade para aprimorarmos nosso fluxo.
A contabilidade possui termos que devem ser compreendidos e entendidos, são eles:
                Patrimônio – conjunto de bens, direitos e obrigações.
Como assim?Bens,direitos e obrigações? Você deve estar se perguntando, vamos lá então.
                Bens –qualquer coisa palpável, casa, carro, máquinas.
                Direitos – são valores que pertencem a você, mas de posse de outra pessoa, por exemplo, uma venda a prazo, é seu direto receber o valor, porém até que este valor esteja em sua posse é um direito. A diferença com Bens é o simplesmente o fato de não estar em sua posse.
                Obrigações – é o oposto de diretos, ou seja, um valor que esta com você porém não lhe pertence, um exemplo, uma compra a prazo, o valor esta com você porém é direito de outro.

sábado, 28 de maio de 2011

Financeiro - Setor Financeiro

Publicação 028

Departamento financeiro, setor responsável por gerir o dinheiro, a algumas semanas estamos tratando do assunto “Fluxo de caixa” e um dos principais usuários desta prática pois este é o seu dia a dia, conciliando receita e despesa com o intuito de honrar fornecedores e despesas programadas.
Mas o que faz o setor financeiro? Em empresas de produção é função do setor financeiro é fazer gestão do dinheiro cuidando da solidez de crédito controlando receitas e despesas para isso é necessário gerir e manter previsões de curto e longo prazo, mapeando os altos e baixos do caixa e sua demanda. Hoje em dia realizar a manutenção de diversas contas ficou mais fácil devido as facilidades disponibilizadas pelos bancos de forma on-line mas não basta saber onde estamos mas sim conseguir visualizar um horizonte maior e com isso negociar prazos de pagamentos dentro de períodos de caixa alto mantendo o crédito sempre saudável.
Controlar o caixa por demanda, ou seja, conforme as despesas e créditos vão surgindo é algo primário, cada vez mais o mercado exige um passo a frente e é com esse intuito que o setor financeiro deve trabalhar agindo preventivamente nas contas.

Explorar aplicações, fundos e investimentos são um diferencial de um profissional deste ramo, saber onde investir o dinheiro e ter domínio das mais diversas opções que o mercado possibilita agregam ao profissional que trabalha diariamente com dinheiro. Empresários acabam optando por consultorias externas para apoiá-los neste assunto o que poderia ficar internamente se o interesse dos profissionais do setor financeiro se voltasse também para este segmento de mercado.
Uol Finanças,FinanceOne,Portal de Finanças

sábado, 21 de maio de 2011

Financeiro - Custo Fixo e Variável

Publicação 021

Conforme conversamos semana passada vamos incrementar um pouco mais nosso fluxo de caixa, mas para isso é necessário entender o que é custo fixo e custo variável.
Custo fixo – São custos fixos de produção independente da atividade da empresa, porém a DESPESA é fixa o montante pode variar.
Por exemplo, energia elétrica é constante durante a vida da empresa, aluguel de sala é constante até a mudança para uma sede própria, salários e etc.
Identificar e sinalizar os lançamentos fixos facilita quando aplicamos um filtro sobre o fluxo e com isso é possível gerar uma previsão para cobertura destes.

Custo variável – São custos que variam podendo ocorrer sazonalmente ou esporadicamente.
Por exemplo, fretes, treinamentos neste caso se a empresa não possuir um plano de treinamentos, manutenção e etc.
Custos variáveis são mais difíceis de fazer uma projeção, mas controlados e identificados apóiam a tomada de decisão.



sábado, 14 de maio de 2011

Planejamento financeiro

Publicação 014
Voltando a falar da publicação da semana passada sobre fluxo de caixa vou demonstar uma estrutura que é util para controlar custos de forma organizada que com auxílio de um item comentado esta semana na Publicação 012 (Diagrama de Pareto) podemos visualizar nossas finanças.
Primeiramente nosso mecanismos deve possibilitar criarmos grupos de custos que devem ser utilizadas da forma macro sobre os demais, conforme demostro abaixo:

A utilização de grupos facilita uma visualização macro dos custos identificando onde nossos custos são mais elevados.
Porém precisamos detalhar mais, e assim criaremos classes abaixo dos grupos:
Assim podemos incrementar nossa visualização em mais um nível podemos incrementar mais nossa árvore dependendo do nível de detalhe que gostariamos de trabalhar.
Abaixo da ultima sub-classe inicamos o lançamento de nossos custos, supondo que tenhamos um lançamento de abastecimento do carro Fiesta Placa XXX-9999 no valor de R$ 30,00 em 13/05/2011 no posto conveniado Y.
Teremos os seguintes passos:
1° Selecionamos o grupo do lançamento
                        Combustíveis
2° Selecionamos a classe
                        Como a nota imaginária refere-se a um abastecimento de veículo, selecionamos Veículos
3° Lançamento
                        Lançamos os dados da nota
Nosso resultado será algo como a tabela abaixo.

Saídas
Grupo
Classe
Data
Motivo
Valor
Nota
Combustíveis
Veículos
13/5/2011
Abastecimento Fiesta XXX-9999
R$ 30,00
999999


Ao incorporar Grupos e classes ao nosso fluxo possibilitamos primeiramente a padronização dos lançamentos, viabilizando a utilização de filtros gerando resumos que possibilitam identificar nossos maiores custos .
Este artifício pode ser utilizdo também no lançamento do “motivo” inserindo respostas  padronizadas que combinadas a filtros possibilitam obter com facilidade uma gama de informações necessárias para possibilitar uma decisão mais acertiva.
Vejamos agora como o concento de pareto aplicado na hierarquia criada pode ser util, partindo dos grupos vamos imaginar que estes grupos fecharam em determinado período com os seguintes custos:

Combustíveis
Materiais
Alimentação
 R$   24.500,00
 R$   45.000,00
 R$   12.500,00
Aplicando um gráfico de pareto obteremos o seguinte gráfico:
Com a hierarquia criada poremos identificar no nível abaixo se estes custos foram com Ferramentas, Equipamentos ou Materiais de Aplicação e assim cada nivel incrementado possibilita uma melhor identificação do problema.
Procure não utilizar Grupos ou Classes muito abrangentes como “Diversos” ou “Outros” pois assim você estará generalizando os lançamento e facilitando a vida de quem irá lançar pois na dúvida tudo vai para este grupo de com isso perde-se toda a ideia de controle proposta.
O conceito esta ai, esta chegando a hora de aplica-lo primeiramente no excel, mas este assunto abordaremos mais adiante, pois vamos refinar ainda mais nosso fluxo e posteriormente aplicaremos estes recursos em um arquivo do excel passo a passo.



sábado, 7 de maio de 2011

Planejamento Financeiro

Publicação 007

Chegamos finalmente ao sábado, folga para alguns, dia normal para outros, dia que a maioria das obras o ritmo cai, o ócio dentro dos escritórios predomina, mas vamos em frente.
Hoje é dia de verificar nossos custos, fechar o balanço semanal e projetar nossa próxima semana, porém antes vamos a um pouco de teoria.
Fluxo de caixa nada mais é do que a demonstração das entradas (investimentos)x saídas (despesas) durante um período específico, mapeando tais movimentações.

Hoje em existem inúmeras planilhas prontas para este fim na internet que podemos baixar e utilizar livremente, porém cada caso é um caso, portanto vamos primeiramente entender o que é e como montar um fluxo para só então buscarmos estes recursos prontos ou criarmos nossa própria solução.


Primeiramente vamos aos itens que devem compor nosso fluxo:
                - Saldo Inicial, é o saldo do dia do caixa
                - Total de entradas, é a soma de todas as entradas efetuadas
                - Total de saídas, é a soma de todas as saídas efetuadas
                - Movimentações, são todas as transações realizadas, entradas e saídas
                - Diferença do dia, é o resultado da diferença entre o Total de entradas menos o Total de saídas
                - Saldo, é o resultado da soma do Saldo inicial com a diferença do dia
Estes são os itens mais básicos que devem compor nosso fluxo, porém quanto mais refinado nosso fluxo estiver, mais fácil e rápido será a visualização de informações, facilitando a tomada de decisão.
Seguindo a orientação acima podemos iniciar nosso formulário com a seguinte formatação:
Notem a presença exclusiva dos itens comentados, este modelo relaciona os lançamentos diários, gerando uma planilha deste modelo por dia, podemos modificá-la a fim de lançar vários dias na mesma tabela consolidando o mês ou um período maior.
Com nosso fluxo previamente formatado precisamos lembrar que não basta ter uma ferramenta que nos auxilie se não primarmos pela atualização e que esta seja feita de forma eficiente, vão ai algumas dicas:
                - Registrar sempre! Registre TODOS os lançamentos, procure realizar esta atividade sistematicamente criar uma regra mental tornará este procedimento quase que automático.
                - Seja realista, nada de arredondar valores, lance os valores corretos utilizando os centavos, esta metodologia evitará quebras ou incertezas no final.
                - Comprove sempre, tenha junto a seu fluxo os comprovantes de custos, seja um auditor do seu fluxo.
                - Esteja preparado, custos extras vão existir sempre, esteja preparado controle e crie uma reserva de contingência para estas eventualidades, porém não deixe que isso vire rotina, este é um sinal de falta de planejamento.
Semana que vem irei repassar este tópico e incluir novos recursos ao nosso fluxo.
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